Trinta lembranças para uma equipa ou cem para um casamento não se resolvem no carrinho de compras. Fazem-se a dois: dizes o que precisas, nós dizemos o que é possível.
Quando um pedido personalizado faz sentido
A primeira situação é a empresa: fim de ano, boas-vindas a quem entra, agradecimento a clientes, um evento, um marco. Muitos presentes iguais, uma mensagem só.
A segunda é a ocasião pessoal: casamentos, batizados, aniversários marcantes, despedidas. Datas que se preparam durante meses.
O ponto mais importante: o pedido não é uma encomenda
Quando nos escreves, não estás a comprar nada. Não há pagamento, não há reserva de stock, não há compromisso. É o início de uma conversa.
Nada fica confirmado até haver uma proposta escrita e uma aprovação tua.
Como funciona, passo a passo
1. O pedido. Escreves-nos com o essencial: quantas pessoas, para quando, para onde vai a entrega, e o que tens em mente. Se tiveres um intervalo de orçamento por presente, indica — acelera muito a resposta.
2. A validação. Verificamos disponibilidade para a quantidade, capacidade de preparação, prazo real face à tua data, e custos. Se faltar informação, perguntamos antes de propor.
3. A proposta. É aqui que aparecem os números: seleção, quantidades, valor e prazo. Se quiseres ajustar, ajusta-se.
4. A aprovação. Nada avança sem uma aprovação explícita por escrito.
5. O pagamento. Só depois de aprovares é que a encomenda existe.
6. A preparação. Reunimos os produtos, verificamos um a um, preparamos e embalamos.
7. O envio. Expedimos e comunicamos o seguimento.
Porque é que não há tabela de preços
Porque seria uma tabela falsa. O valor depende da seleção e da quantidade. Vinte presentes de um tipo e duzentos de outro não têm a mesma matemática.
Também não garantimos stock antes de confirmar. É precisamente por isso que existe proposta em vez de catálogo. Se tens um valor por pessoa em mente, diz-nos — trabalhamos a partir daí.
O que ajuda a que a resposta seja rápida
O número aproximado de pessoas. A data em que precisas de ter os presentes na mão, não a data do evento. E uma ideia de valor por presente, mesmo que seja um intervalo largo.

